quinta-feira, 26 de outubro de 2017

TODOS EM UMA SÓ VOZ


O mundo está abarrotado de pessoas reivindicando seus direitos. Reivindicações dos direitos das crianças, direito das mulheres, direito dos negros, direitos dos homoafetivos (nem sei mais como me referir, desculpe-me se cometo algo deslize) e tudo mais que possa ser classificável, não sei bem ao certo se como minoria.
Existe uma batalha intra-social, que quase chega a ser violenta, na disputa de qual dos direitos é o mais importante. Lembro de uma frase que sempre usei no trabalho, quando era necessário dar prioridade a algum projeto: “se tudo é prioritário, nada tem prioridade”. Quando igualamos todos os desejos, todos estarão na mesma seqüência de ação. Isso embola o meio de campo de nossa sociedade, perdemos tempo tentando atuar em tudo e nada sai bem feito. As energias são fragmentadas, os pedidos são diversos e é desperdiçado o poder de negociação forte.
No caso específico de nosso país, para tudo se cria uma lei. Lei da fila do banco, lei da fila do supermercado, lei do estacionamento prioritário, código de defesa do consumidor, estatuto da criança e do adolescente (ECA), lei Maria da Penha, lei para autorizar o casamento gay e um longa lista que nos torna ainda mais burocrático.





segunda-feira, 19 de junho de 2017

PAPEL HIGIÉNICO É FINITO


Eu acredito que todas as pessoas deveriam passar por uma experiência de cuidar sozinho do próprio nariz por no mínimo 6 meses. Um ano seria o ideal para essa experiência. Não sei como estão as estatísticas atuais, mas antigamente, os homens saiam da casa da mãe direto para morar com a esposa. As mulheres saiam da casa da mãe para cuidar do marido, logo depois dos filho. Entretanto o mundo moderno está criando um perfil diferente de pessoas. Mais pessoas moram sozinhas, principalmente na busca do sonho pessoal de crescer em sua carreira profissional. Li ,outro dia, uma pesquisa a respeito desse assunto em que constatava que os latinos tinham a tendência de permanecer mais tempo na casa da família em comparação com os demais povos europeus. Eu não saberia dizer se é uma questão econômica, como afirmou a matéria, ou uma questão de “conveniência”, que é típica no temperamento latino. Haja visto a diferença das residências funcionais de um parlamentar de países do norte europeu em relação aos disponível aos nossos representantes em Brasília.

quinta-feira, 25 de maio de 2017

REVOLUÇÃO DE MAQUIAGEM E BATOM

Ao que contraria todos os pensamentos pró-feminismo que defendem que as mulheres devem ter mais espaço ou que as mulheres têm que ter os mesmos benefícios, eu acho que isso já é passado. Obviamente muito há o que fazer para que possamos viver em uma sociedade justa.



Mas gostaria de parabenizar a geração feminina da minha mãe. Se vão por aí algo ao redor de 50 anos de lutas para chegar a um patamar igual ao homem. Foram muitas conquistas 
conseguidas por essas mulheres. Que frequentaram as famosas escolas domésticas, onde se ensinava a coser, cozinhar, passar, ser uma boa esposa! Ah como meu avô teve sorte!


FISIOLOGIA DA INFELIDADE E A ANTROPOLOGIA DA FIDELIDADE

Sempre que estou numa roda de bate-;  unissex e que me aparece a oportunidade, gosto de falar sobre a fidelidade. A fidelidade masculina especialmente. Primeiramente, acredito que não há posse da outra pessoa, o que há é um compromisso, um acordo pré-relacionamento. Assim na minha opinião a fidelidade é um conceito relativo, devendo ser combinado pelo casal (ou o trio, ou pelo quatrilho, ou sei lá a quantidade)

Ou seja, o combinado não dói. Já vi casais que toparam um relacionamento aberto e, ao que pareceu, se davam bem. Igualmente há casais super fiéis que são muito felizes, ambos, vale ressaltar.




Apresento duas teorias baseadas em fatos observados no cotidiano: